O câncer de mama é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma. A boa notícia é que, quando diagnosticado precocemente, apresenta maiores chances de cura e pode permitir tratamentos menos extensos.
A mamografia é fundamental para a detecção precoce, pois pode identificar alterações antes mesmo que sejam percebidas pelo toque. Para mulheres de risco habitual, sociedades médicas brasileiras recomendam mamografia anual a partir dos 40 anos. Mulheres com histórico familiar importante ou predisposição genética podem precisar iniciar o acompanhamento mais cedo.
Conhecer as próprias mamas também é importante, mas não substitui a mamografia. Nódulos, retração da pele ou do mamilo, secreção espontânea e alterações persistentes na mama devem ser avaliados por um médico.
Entre os fatores associados ao risco de câncer de mama estão idade, histórico familiar, alterações genéticas como BRCA1 e BRCA2, excesso de peso após a menopausa, sedentarismo, consumo de álcool e algumas formas de terapia hormonal.
E é importante lembrar: nem todo câncer de mama é igual. Hoje avaliamos características como receptores hormonais e HER2 para definir tratamentos cada vez mais individualizados, que podem incluir cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia, terapias-alvo e imunoterapia.
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Oncologista Caxias do Sul: Dra. Emily Tonin
O Outubro Rosa é um lembrete importante, mas o cuidado com a saúde deve acontecer durante todo o ano.
Sou a Dra. Emily Tonin, médica oncologista, com formação pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e mestrado pela UFRGS.
Se seus exames estão atrasados ou você tem dúvidas sobre seu risco para câncer de mama, converse com seu médico.



